domingo, 28 de maio de 2017

Aceitar o passado , aprender com a ostra.

O passado é muito significativo, é preciso curar a sua história para que tenha condições de ser feliz no momento presente.
O que é aceitar o passado, e o que não é aceitar o passado?
Para entender e ilustrar cito a ostra, ela está lá no fundo do mar, de repente ela abre-se para comer algumas ervas, umas algas, e aí vem um grão de areia, um intruso, que entra e toca o seu corpo frágil, ela tenta expulsar, não consegue... tanta coisa tem na nossa história que não gostaríamos de ter, que tentamos nos livrar como um grãozinho de areia, só que esse grão chegou para ficar.
O que a ostra faz? Ela tem um mecanismo inteligente, que gera um liquido chamado nácar, esse liquido aos pouquinhos vai envolvendo aquele grão e dali algum tempo endurece, e produz a pérola, é assim que podemos na adaptação, na aceitação da nossa historia, criar pérolas com aquilo que nos faz sofrer, aqueles grãozinhos de areia nos arrancam alguma lagrimas, porém temos o poder de transformar essa lágrima em aprendizado, em amadurecimento, em fortaleza, transformando a nossa história em belas pérolas que engradecem a vida do outro.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Você é único

Você é Único

Agora podemos compreender porque quando duas pessoas presenciam o mesmo evento sentem coisas diferentes a respeito, porque uma gosta e outra detesta determinada situação, música, carinho, cor, etc...

A PERGUNTA IMPORTANTE É:

“Como não estou sozinho vivendo no mundo, como me relacionarei com pessoas que filtram de forma diferente as coisas da vida?”

HISTÓRIA DA BATATA FRITA

Carolina cansada, porque mais uma vez experimentava a mesma rotina de sempre: viajar, viajar, viajar. Como das outras vezes puxando a sua mala, encaminhou-se até uma pequena lanchonete e pediu seu pacote de batatas fritas preferido. O avião demoraria ainda um pouco a sair e ela precisava se distrair para passar o tempo.
Com o pacote em uma das mãos, sentou-se em um banco e abaixou-se para pegar uma revista na mala. Qual não foi sua surpresa ao tentar pegar a primeira batata, e perceber que um senhor a seu lado também colocou a mão no saquinho, e de posse de alguma delas sorriu para ela antes de colocá-las na boca.

“ Que velho folgado! ” pensou. “Duvido que ele tenha coragem de comer mais alguma ”
Mas foi puro engano. Durante algum tempo, ele foi comendo espaçadamente junto com ela, sempre muito simpático, até a penúltima batata.
Sim, porque ela estava furiosa diante da petulância do tal senhor, e esperou sobrar no pacote a última batata para saber a reação dele. Aqueles minutos pareciam uma eternidade, e para seu espanto ele delicadamente quebrou a batata ao meio no fundo do pacote, deixando para ela a última metade. Irada ela se levantou e dirigiu-se ao portão de embarque. Já dentro do avião, sentou-se praguejando consigo mesma a respeito da humanidade, sentindo-se revoltada por não ter xingado aquele senhor.
Abriu a bolsa para olhar-se no espelho, já que sentia o sangue ferver em suas veias. Nesse instante quase caiu, se não estivesse sentada. O seu pacote de batatas fritas estava ali, inteiro, dentro da bolsa sem nunca ter sido tocado...
Para respondermos a pergunta acima temos que saber que mapa não é território, ou seja a realidade é profundamente subjetiva, pois está diretamente ligada a forma como nós entendemos a vida através de nosso modelo de processamento dos dados que nos são apresentados.
Entendemos como verdadeiras todas as coisas que nossos meta programas, valores, crenças, decisões e memórias nos fizerem acreditar como certos, e então o que estiver de forma diferente está errado.
Não levamos em consideração que o que é errado para nós pode ser certo para outros dependendo de como é o modelo de processamento de cada um.
O comportamento é resultado desse estudo, e através da fisiologia, tom de voz e movimento dos olhos, nós podemos precisar como está acontecendo a Representação Interna das pessoas que nos cercam.

HISTÓRIA DA VAQUINHA

Já estava entardecendo, e Pedro cansado dirigia pela estradinha de terra que o levaria até o sítio de sua tia. Foi com grande satisfação que estacionou o carro e respirou fundo, aquele ar puro de final de tarde.
Dona Margarida o esperava com alegria, pois o sobrinho querido vinha acabar com a solidão daqueles campos, e sua companhia preencheria o vazio de seu coração.
O jantar foi servido, e em seguida sentaram-se na varanda para conversar. Foi então que Pedro expressou seu imenso desejo que o trouxe até ali: há tempos sonhava em estar naquele sítio e poder tomar o leite tirado “ na hora ” da vaquinha Mimosa.
Mas com certa tristeza ele escutou a tia explicar que isso não seria possível naquela noite, e sim pela manhã, antes até do sol nascer.
Foram dormir cedo como de costume, porém Pedro não se conformava e decidiu que sem Dona Margarida saber, iria até o estábulo para matar sua vontade. Colocou sua roupa novamente e pé ante pé, saiu na escuridão da noite em direção ao estábulo. Lá chegando foi logo colocando o balde em baixo das tetas da Mimosa na espera do primeiro jato, mas tomou um coice inesperado pois que a vaca não esperava um intruso àquela hora da noite.
Pedro assustado tratou logo de amarrar as pernas da vaca com uma corda, bem longe uma da outra para não ter outra surpresa. E partiu então para a segunda tentativa, mas assim que apertou de novo suas tetas, tomou uma forte “rabada” para largar a mão de ser besta.
Ficou furioso, subiu no banquinho e pensou em amarrar o rabo da maldita vaca no teto; só faltava achar naquele momento alguma coisa que pudesse prendê-lo, e não teve dúvida, tirou o cinto que sustentava sua calça ficando só de cueca. E foi assim que sua querida tia Margarida boquiaberta, o encontrou no silêncio da noite: seminu, em cima de um banquinho, numa posição muito suspeita, de frente a uma vaca com as pernas escancaradas, prendendo o seu rabo no teto!
Então já podemos falar sobre como mudar a Representação Interna das pessoas sobre o que falamos, mostramos ou fazemos, para conseguirmos maior empatia e facilitar nossa comunicação.

ANTES PORÉM...

Podemos mudar o comportamento das outras pessoas para que se adaptem ao nosso modelo?
Sim, porém devemos lembrar que cada um de nós é único e nossas experiências no decorrer da vida não são iguais. Também sabemos que o conhecimento das técnicas aqui descritas podem não ter chegado ainda a todas as pessoas com as quais nos relacionamos.
Portanto é mais coerente que nós possamos aprender flexibilizar nossos filtros comportamentais antes de promovermos qualquer mudança no comportamento alheio, pois toda ação pede uma reação e os iguais se atraem.
Ex.: só posso ter um ambiente de trabalho em equipe, bem-sucedido, se eu aprender a trabalhar em equipe tão bem que o meu comportamento contagie o comportamento dos meus companheiros, ou seja, é através dos meus estímulos sinceros que posso promover todas as mudanças desejadas no mundo.
Aliás, depois de meditar concluí que os relacionamentos podem se dividir em dois tipos: os do tipo tênis e os do tipo frescobol.
O objetivo do jogo de tênis é o de derrotar o adversário. Joga-se tênis para fazer o outro errar. Nele o bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do outro. O adversário, incapaz de devolver a bola, conclui a sua derrota.
O prazer do tênis enfim, é quando um dos dois jogadores é colocado fora do jogo; um está alegre porque ganhou, o outro está triste porque perdeu.
O frescobol no entanto muito parecido com o jogo de tênis, se diferencia por não ter adversário. É preciso que nenhum dos jogadores perca para o jogo ser bom, ou os dois ganham ou ninguém ganha. O que se deseja é que ninguém erre pois não há adversário a ser derrotado. Quando um erra fica chateado, e o que provocou o erro também, mas não tem importância: começa-se de novo o jogo onde ninguém marca pontos.
Nos relacionamentos do tipo tênis é assim: um recebe as palavras, os sonhos do outro, e com críticas os destroem .
Nos relacionamentos do tipo frescobol é diferente: um recebe do outro as palavras como ensinamentos, os sonhos como algo delicado que vem do coração. Ninguém ganha e se deseja então estar sempre junto, para que o jogo nunca tenha fim...

quarta-feira, 22 de março de 2017

De onde vira o socorro?

Elevo os meus olhos para o céu de onde vira o socorro? Meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a Terra. Para nosso crescimento pessoal é necessário ter o ensinamento do Senhor da Glória. Somos seres errantes , frágeis e propícios a  cair . Precisamos do manual de vida para a sabedoria e conhecimento do nosso Eu humano  e do nosso Eu Cristão. Deus enviou seu Filho Jesus para ser o nosso  mestre , orientador, e terapeuta Basta crer nas Promessas que o Senhor deixou . Invoca- me na angústia e eu te livrarei.
Mente Livre

sábado, 18 de março de 2017

O amor de Deus- Eu cuido de Ti . Descansa em mim

1. O amor a Deus. O amor de Deus por nós é altruísta, abnegado e ímpar. E a única coisa que Ele nos pede é que também venhamos a amá-lo com todo o nosso coração: [...] "Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração [...]" (Mt 22.37). Como podemos expressar nosso amor a Deus? De diferentes formas: sendo fiéis em nossos dízimos e ofertas, louvores, orações, lendo a Bíblia, etc. Mas a melhor maneira de expressar nosso amor a Deus é abandonar o pecado e procurar ter uma vida santa. Quem ama a Deus não tem prazer na prática do pecado. Quem se encanta com o pecado não ama ao Senhor e nunca o conheceu. Por isso, Jesus afirmou que muitos dirão naquele Dia: "Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? (Mt 7.22). A resposta do Senhor para estes é apenas uma: [...] "Nunca vós conheci [...]" (Mt 7.23). 

terça-feira, 14 de março de 2017

Decoração de ambiente- Melhora auto- estima para toda a família.

A História da Decoração

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Afinal, por que decoramos? Ninguém se pergunta, mas você já se imaginou vivendo em um ambiente totalmente livre de qualquer decoração? Por exemplo, um cômodo branco, com móveis, chão, paredes, cortinas, tudo na cor branca. Seria difícil, certo?
A decoração faz parte da nossa natureza. Tem o poder de deixar o ambiente mais agradável, confortável e belo. Decorar é instintivo.
A decoração faz muita diferença, em pequenos ou grandes detalhes e representa as pessoas. O ato de decorar já é muito antigo, porém a decoração mudou muito com o passar dos anos, e está sempre em constante mudança.
a história da decoração
Foto: https://artesivablog.wordpress.com/2013/09/13/historia-decoracao/
Antigamente, as cores e as pinturas eram muito valorizadas. Independente da época, a decoração sempre foi importante.
A história da decoração mostra que todos os povos sempre se esforçaram para criar ambientes mais aconchegantes e confortáveis, enfeitando suas moradias com belos acessórios e com o objetivo de proporcionar o máximo de bem-estar.
A decoração foi privilégio, durante bastante tempo, de uma classe que podia decorar suas moradias com muita ostentação, requinte e sofisticação.
Hoje, a classe média tem esta mesma possibilidade finalmente, com o aumento da produção de objetos e móveis, embora os melhores profissionais e obras-primas mais finas sejam ainda limitados a uma pequena esfera social.
Praticamente não existiam ambientes internos na Antiguidade Clássica, porque quase tudo acontecia nos espaços abertos. A decoração era limitada à harmonização dos móveis com paredes e fundos cheios de cores. Também faziam parte dos ambientes, as pinturas murais, mosaicos romanos e a arte grega da cerâmica.
Os castelos mantinham o melhor da decoração na era medieval, porém num estilo simples.
Diferente do período anterior, o século XVIII abre espaço para a inspiração oriental e a estética francesa. A leveza da expressão dá origem a um alto nível de sofisticação.
O Renascimento traz a tradicional estruturação residencial em cômodos. Entram para participar da decoração as paredes coloridas, telhados enfeitados, móveis pomposos, enfeites com metais finos, os quais vinham da França, da Itália, da Inglaterra, da Espanha e da Alemanha, aqui banhados pelo estilo gótico.
Durante o governo de Luís XIV na França, e depois, ao longo da Regência, iniciou-se uma arte mais delicada e feminina, originando o Rococó, que se amplia também para a Alemanha e a Itália. Este estilo desapareceu rapidamente com a morte de Luís XV.
Com o Neoclassicismo renascem os valores tradicionais, enquanto as próprias concepções da aristocracia são trocadas pelos valores democráticos. Acesse: http://afpri.me/baw/473

domingo, 12 de março de 2017