Ela conta a história de um fazendeiro que, ao sair para uma longa viagem, atribui a seus empregados de confiança a responsabilidade de, na sua ausência, administrar parte de seus bens dois deles realizam investimentos, e o terceiro enterra o dinheiro para ficar insegurança.
Ao retornar, fazendeiro solicita a prestação de contas fica bastante irritado com a postura excessivamente cautelosa daquele empregado que simplesmente enterrou o dinheiro .
irritado, tira o valor que a havia deixado em suas mãos, optando por transferir este montante a um dos que haviam realizado investimentos.
A lição que nos fica daí é: não merece mais aquele que não cuida do que já possui.
O resumo da parábola apresenta um paradoxo :os empregados que investiram os recursos foram gratificados pela sua boa utilização. Já aquele que os guardou para ter segurança foi penalizado.
A mensagem é muito profunda. Uma análise superficial dessa parábola pode trazer uma espécie de choque em um primeiro momento, porque afinal fomos criados para pensar que a cautela é o melhor caminho para segurança. Mas se esse ensinamento for aplicado a sua realidade, ele o levará a pensar em todo patrimônio com o que você foi brindado desde que nasceu.
identifique os seus dons e utilize- os, suas habilidades física,dons, conhecimentos que lhe foram concedidos. O uso correto desses bens tem o poder de ampiá-los, já a sua não utilização levará a uma perda gradativa e certamente angustiante. Boa reflexão!
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